E depois de tudo resta o nada. A suavidade da solidão e do desespero. Talvez seja melhor assim. Ou talvez não. Faltam-me demasiados conceitos para conseguir fazer uma definição completa para cada frase que me é imposta que escreva, neste momento. E pensar só e exclusivamente só em mim? Por que não? Há demasiados motivos para não o fazer, mas acho que é realmente o melhor. Quando brincam com os sentimentos é porque não sentem de verdade e aí, aí é melhor mostrar que temos orgulho e opinião própria; que somos pessoas e que precisamos de desempenho mutuo no decorrer da viagem. Uma despedida. Um livro perdido cheio de peripécias boas e más. Agora, apenas a memória resta, de tudo o que passou, que jamais poderá ser relido ou revisto. Foi e não volta. E eu? Eu nunca pedi nada disto. Nem eu nem tu, nem ela. Contudo, fomos personagens desta história da realidade sem nos perguntarem se pretendíamos, se queríamos, se aceitávamos. E vivemo-la. Não houve escolha. Um final? Não diria isso. Palavra forte e dura demais. Nunca acaba quando se ama. E eu amei. É só passar o verbo do pretérito perfeito, para o presente. A única diferença, é que, o meu sentimento, esse continua o mesmo.
"Até sempre.", enquanto eu estiver em busca dele. Mesmo que já não estejas comigo.
