segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

(...)
Esqueceste? O tempo cura tudo… Tempo esse que mal chegou para amar, mas que sobra para sofrer… Cura tudo, tudo? Sim, tudo. Tudo sem excepção. Tudo. Mas deixa cicatrizes. Pensamos sempre que nada pode ser pior do que o que nos está a acontecer, mas o tempo passa e leva o acontecimento consigo, nada deixa se não a memória que, para dar lugar a outras, melhores, mais recentes, vai ficando cada vez mais pequena e mais no fundo. No fim, percebemos que sofremos, sim, mas que, agora que passou, nem foi assim tão mau. Fez-nos aprender e crescer com isso. Contudo, no que toca a sentimentos, acho que mais vale nunca, do que tarde. As pessoas mudam, habituam-se às escolhas que os outros fizeram sem as incluírem, dão-se conta que não têm assim tanta gente do seu lado e começam de novo. É horrível quando, depois de conseguirem isto tudo, depois de conseguirem reerguer-se, vem alguém com o argumento do “ Desculpa, afinal não queria nada daquilo…”. É horrível por saberem o quanto desejaram e lutaram por aquela frase proferida daquela boca no passado, a qual nunca existiu. É horrível por saberem que, agora, aquilo vai mexer com elas, de novo. É horrível por trazerem o passado de volta. No final, chegamos à conclusão de que mais valia ter esquecido mesmo, por completo, para sempre.

De vez em quando é preciso dizer: " Chega. Hoje vai ser diferente. Hoje acabou isto tudo. Hoje quero ser feliz." E fazer por isso.

Até já, desejo-te o melhor de sempre, sê isso mesmo, por favor.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Lembras-te quando sonhávamos que aquilo fosse assim para sempre? Lembras-te quando te dizia que era impossível mudar alguma coisa? E quando fazíamos o que queríamos e acabávamos a rir até nos doer as bochechas? Lembras-te quando me afastava de todos para estar só contigo e comigo, connosco? E ainda quando só nós sabíamos o que sentíamos e tínhamos os nossos próprios segredos, os nossos dias, os nossos momentos, que eram iguais, exactamente os mesmos? Lembras-te quando planeávamos o futuro, que parecia estar tão certo que seria mesmo assim? Lembras-te quando sonhava alto e só tu percebias o real significado do que eu afirmava? E quando te abraçava do nada? Lembras-te? Lembras-te? Eu lembro-me, e não gosto nada. Com todo o respeito, mas divagar sobre o passado não é para mim. O passado? Sim, o passado. Estávamos à espera de quê? Achávamos mesmo que tudo ficaria igual? Não acreditaste quando te disse que iria mudar tudo, radicalmente. Não acreditaste. Não te culpo por nada. Nem a ti, nem a mim. Ninguém tem culpa. Tentei explicar-te isto: “ Não vai ser por eu querer ou tu quereres, vai apenas acontecer, porque tem de ser assim, porque não conseguiremos evitar, eu sei que vai.” Deparo-me com todas as nossas fotografias, tiradas nos melhores momentos e não tenho reacção; reaparo nos sorrisos, nas caras alegres e relembro a felicidade do momento... "Começo a ter uma fome suave, depois percebo que é a saudade." Agora, estamos mais longe que nunca. Dois mundos opostos. Pouco em comum, quase nada, se é que resta mesmo algo. Não sabes tudo, mas sabes muito, sabes o essencial. Sabes que eu, pelo menos eu, mudei. Talvez tenha até mudado muito, não sei dizer-te com precisão. Houve demasiados acontecimentos, nestes últimos tempos. Talvez te deva um pedido de desculpas por tudo isto. Volto a afirmar: não te culpo. Mas lembras-te ainda do que me disseste tu? “Só vai acontecer, se tu quiseres, porque eu não quero.” E eu, queria? Agora já és capaz de perceber por que razão eu te abraçava todos os dias, por que razão eu tinha a necessidade de te dizer que gostava de ti como nunca gostara de ninguém, por que razão eu queria estar sempre contigo. Eu ajudo-te: era por isto.

Queria apenas dizer-te que te amo, e que o teu lugar será sempre teu, aconteça o que acontecer. Amo-te. Amo-te mesmo.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Há alturas, na vida, em que precisamos mesmo de nos isolar de tudo e de todos, para percebemos o que estamos aqui a fazer, neste mundo. Fizeste-me pensar que seria um Sempre infinito, no qual eu nunca acreditei verdadeiramente. Sempre soubeste que eu possuía uma definição de “Sempre” diferente da tua, diferente da de todos. É como se, para mim, o vosso “Para sempre” não exista, existe agora e depois, e chega. Os medos? A insegurança? A vontade de não ver tudo o que é maravilhoso? É apenas porque amanhã pode acabar e vamos sofrer. Perdoa-me se me dá uma imagem de quem não sabe nem quer saber, de quem não se importa minimamente, mas sabes perfeitamente que não é assim. Sabes que tenho medo de sofrer mais ainda, embora esteja eternamente grata a quem fez com que eu sofresse no passado. Estou-lhes grata agora que já passou, claro, no momento foi difícil de entender e aceitar. Estou-lhes grata por me obrigarem a perceber onde errei, porque é que errei, fazendo com que eu crescesse, obrigatoriamente. Agora, sou capaz de afirmar que sofrer é bom. É bom porque nos amadurece. Amadurece-nos pelo simples facto de que, ao saber-se sofrer, sofre-se menos. E eu, já sofri muito mais, garanto-te.
Presta atenção a isto: Nem sempre os sorrisos significam felicidade.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Um dia, irás perceber… Queria agradecer-te por teres sido tu quem me ajudou, sem te aperceberes. Queria agradecer-te por teres feito, em mim, aquele “click” que eu esperava. Queria agradecer-te por te mostrares uma pessoa interessada em saber. Queria agradecer-te por me fazeres rir. Queria agradecer-te por trazeres os desejos de tudo, de novo. Queria agradecer-te por seres como és, por fazeres o que fazes, por dizeres o que dizes. Queria agradecer-te por me fazeres acreditar que, afinal, é possível. Quero, desde já, agradecer-te pelo que sei que irás fazer por mim. Sim, no futuro. Sim, agradeço-te pelo futuro que sei que me vais dar. Pelo futuro que sei que queres construir comigo. Agradeço-te por isso. E só te peço que não desistas quando parecer que não te dou o devido valor. Peço-te que ignores a minha ignorância. Peço-te que sintas que valerá a pena pelo simples facto de ser por mim, por nós. Peço-te que comeces a mostrar-me o quanto queres conhecer-me e saber como sou, quem sou. Peço-te que me faças acreditar que és uma aposta ganha. Peço-te que o faças. Peço-te que o faças rápido.

 Não serás capaz de perceber que isto te é destinado. Mas sim, estou a referir-me a ti, a ti mesmo.

Um dia, vou ter coragem de te pedir desculpa. Acredita, eu sei que vou.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Água. Azul. Força. Pensamento.

Era quinta-feira. Aula da natação. Estava deprimida, como se faz hábito desde há uns tempos. Sempre me fizera bem nadar um bocado, esquecia-me, por momentos, de tudo e concentrava-me em aprender a nadar decentemente bruços. Mas este dia foi diferente. Comecei a pensar em tudo e mais tudo. Estava chateada com o mundo. Nadei rápido. Relembrei momentos. Nadei ainda mais rápido. Relembrei promessas. Continuei a nadar. Apercebi-me de que tinha conseguido o que queria, embora o temesse mais do que tudo. Não estava sozinha, nunca estive. Mas começo a fartar-me seriamente disto. Nadei mais rápido ainda. Estava desiludida por ter sido eu a dizê-lo, sabendo que iria acontecer, mas só agora cair na realidade de que vai mesmo ser assim e não pode ser de outra maneira. “Passa, Inês”, não me tinha apercebido que não tinha deixado espaço nenhum. Passei e continuei a nadar. Tentei concentrar-me no que estava a fazer: “… direita, esquerda, respira…”. Não demorei muito a perder-me completamente e voltar a trazer à memória os melhores momentos, os piores momentos. As palavras. As frases ditas com cuidado com o intuito de não magoar, embora ambas as pessoas soubessem que a outra sentia o mesmo. Ninguém quer magoar ninguém e, por isso, fingem que o Hoje nunca chegou, fingem que ainda estão no Ontem. Dei por mim a precisar e parar um bocado. Já nem conseguia coordenar convenientemente a minha respiração. Até os pulmões estavam descoordenados. Complica-se tudo quando se misturam as coisas. Mas porque é que isto tem de ser assim?! … “ É difícil, não é?! Parece muito mais simples quando vemos de fora…” Demorei algum tempo a perceber que a professora se estava a referir ao exercício que nos mandara fazer “ ’Bora, Inês, fazes muito melhor que isso, pá!”. Faço?! Será que faço?! Se fosse há sensivelmente 5 ou 6 meses atrás diria sem a mínima dúvida: Faço, sim. Mas agora, agora está tudo diferente.

Apetece-me informar-te: foste a personagem principal deste dia. Sem saber como, ia tudo dar a ti.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Hoje

Hoje, queria dizer-te que é por isto, que não gosto de prometer.

Hoje, queria dizer-te que és a pessoa mais importante da minha vida.
Hoje, queria dizer-te que és a minha gémea e que isso não vai mudar nunca.
Hoje, queria dizer-te que sem ti, estava completamente “na lama”.
Hoje, queria dizer-te que és a minha companheira Hoje e sempre.
Hoje, queria dizer-te o quanto foi importante o teu aparecimento.
Hoje, queria dizer-te que te amo como nunca amei ninguém.
Hoje, queria dizer-te o quanto me custa que estejas longe.
Hoje, queria dizer-te que já não preciso mais de ti.
Hoje, queria dizer-te que amei tudo o que passámos e que significaste muito, muito.
Hoje, queria dizer-te que contigo parece tudo mais simples.
Hoje, queria dizer-te que, quando crescer, quero ser como tu.
Hoje, queria dizer-te que adoro quando rio contigo, por ti.
Hoje, queria dizer-te que a ti, eu não te deixo nunca.
Hoje, queria dizer-te que gostava que fosses mais como eu.
Hoje, queria dizer-te que, de todos, és o mais porreiro.
Hoje, queria dizer-te que não sou agressiva, nem querida, sou uma mistura de algo.
Hoje, queria dizer-te que não sou como tu pensas.
Hoje, queria dizer-te que mudei mesmo, e que ainda não percebeste bem isso.
Hoje, queria dizer-te que me apetece ir falar contigo e saber mais de ti.
Hoje, queria dizer-te que adoro o que estás a fazer.
Hoje, queria dizer-te que estou a crescer e que não me apetece muito.
Hoje, queria dizer-te que estou eternamente grata por seres minha e por tudo o que fizeste por mim.
Hoje, queria dizer-te que te trocava por outro melhor.
Hoje, queria dizer-te que fazes parte do meu Sempre.
Hoje, queria dizer-te “Vês?! Eu bem te tentei avisar...”.
Hoje, queria dizer-te que isto não dependeu só de mim.
Hoje, queria dizer-te que és do que eu tenho mais pena nesta vida.
Hoje, queria dizer-te que era disto que eu tinha medo, quando te disse aquilo.
Hoje, queria dizer-te que estou desiludida.
Hoje, queria dizer-te que ainda preciso de ti.
Hoje, queria dizer-te que, afinal, eu era feliz. Mesmo.
Hoje, queria dizer-te que não tenho vergonha nenhuma.
Hoje, queria dizer-te que gosto muito mais de ti do que tu de mim.
Hoje, queria dizer-te que tenho um segredo.
Hoje, queria dizer-te que (já) não me conheces.
Hoje, queria dizer-te que tenho realmente saudades tuas.
Hoje, queria dizer-te que, sem ti, eu não era o que sou.
Hoje, queria dizer-te que és dos melhores.
Hoje, queria pedir-te desculpa, por tudo.
Hoje, queria dizer-te que nunca te perdoarei.
Hoje, queria dizer-te que quem sai, dificilmente volta a entrar.
Hoje, queria dizer-te que falta pouco para eu partir, para sempre.
Hoje, queria dizer-te que não suporto esperar.
Hoje, queria dizer-te que foste.
Hoje, queria dizer-te que és.
Hoje, queria dizer-te que quero que sejas.
Hoje, queria dizer-te “Amo-te” e sentir aquele friozinho na barriga, de quem ama mesmo, como sentia.
Hoje, queria chegar e ver-te ali, ao meu lado.
Hoje, queria que fosses tu a partilhar comigo as novidades.
Hoje, queria que fosses tu a ter a iniciativa.
Hoje, gostava que te atrevesses a mudar, de novo, por mim.
Hoje, e só hoje, precisava que me dissesses que já nada é o que era. Precisava que me dissesses TU, que mudaste, que mudei, que mudámos. Hoje, precisava de saber que tens essa consciência.
                                                                                                 Amo-te, mesmo.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Dilema.

Infeliz na realidade, ou feliz na ilusão?


                                                  Estou farta de fingir que está tudo bem.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

..... .. ...

Mas, depois de tudo, continuamos a pensar e a acreditar no mesmo. Embora saibamos que nunca voltará: “O que foi não volta a ser, mesmo que muito se queira, e querer muito é poder, mas o que foi não volta a ser.”. Passou e nem demos conta. Lembras-te? “Achas que também se treina o coração?” E agora te respondo: Sim treina-se. Ninguém nunca te irá explicar como ou porquê. No momento saberás o que fazer e como fazê-lo. Eu soube, e fiz. Agora, não esperes a menina de sempre, aquela querida e amorosa, aquela simpática e sorridente, aquela compreensiva e diferente, aquela única e especial. Agora, não esperes o que fui, o que era. Não esperes nada. Não me esperes nunca. Não me esperes a mim. Porquê? Treinei-me.
Provavelmente não vais perceber o que se passa nesta minha novela da vida real. Mas agora, és apenas obrigado a afirmar uma coisa: Parabéns, Inês. Parabéns.

 
                                                                                          E eu?! "Obrigada".    



1 mês, parabéns a ti, 16 anos, parabéns a mim.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

- Vida, vida, vem cá

Hoje apetecia-me falar com a vida. Apetecia-me pedir-lhe as justificações de tudo ter mudado. O porquê, o como. Apetecia-me discutir com ela e dizer-lhe tudo o que penso; e dizer-lhe que nem ela me serve de nada, agora. Contudo, cheguei depois à conclusão de que fui eu que o pedi e desejei com todas as minhas forças, no passado. Queria apenas explicar-lhe que desejei uma mudança brusca, sim, mas para melhor. Tenho a certeza de todos os argumentos que ela usaria para se defender das minhas acusações e dou-lhe razão em alguns… não em todos. Não pedi nada disto. Não quero, não gosto. E nem sequer consigo aceitá-lo. Estou a demorar demasiado tempo a habituar-me e não percebo porquê. Nunca fui assim, nunca reagi assim a nada, nunca foi assim tão complicado. Agora desejo que volte tudo ao mesmo, que volte a sentir como sentia, a acreditar como acreditava, a confiar como confiava, a sorrir como sorria, a fazer como fazia, a perceber como percebia. Agora desejo a minha vida de sonho de volta. Sou obrigada a ambicionar nem um décimo daquilo que ambicionei em tempos. Mas antes, a vida devia explicar-me o que me fez. O que me fez a mim e o porquê de mo ter feito. O porquê de me ter mudado, de os ter mudado, de ter mudado tudo. Exijo uma explicação de como funcionam as coisas agora, do que devo fazer, com quem e quando. Exijo que me mostre um caminho sem obstáculo algum, por não ter mais fontes de forças para os enfrentar como enfrentaria. Exijo que me ajude a compreender a pessoa em que me tornou.

Um dia, vou perguntar-te o porquê de me teres oferecido o balão do Acreditar, mas me teres deixado a voar sozinha. 

sábado, 1 de janeiro de 2011

"Se calhar devias escrever algo sobre ti, já tentaste?"

[De facto não, nunca tentei, vamos ver ao que me leva.]:
Capricórnio (com tanto gosto, pá!). Ambiciono demais: aquilo que sei que não posso nem vou ter. Não sou muito teimosa, sou persistente (é diferente, sim) e só nas coisas que realmente importam. Orgulhosa por não possuir o que pretendo, quem pretendo. Amuo; faço birra (e só atura quem está para isso: gente verdadeiramente paciente, admito) e poucas são as vezes em que dou o braço a torcer (mas sim, cedo de vez em quando, consoante as situações). Só gosto do Verão por estarmos de férias. Prefiro a Primavera, não me enjoo do tempo sempre igual. Odeio roupa de inverno, não tenho. Não sou a pessoa mais querida do mundo, mas também não sou assim tão fria como se pensa. É apenas necessário que se perceba que demoro algum tempo a mostrar-me a gente estranha à minha vida. A forte personalidade… atrai-me, assim como o ser misterioso e diferente. Diferente? Mas quem é que é igual?! Eu sou normal, como muitos: “primeiro estranha-se, depois entranha-se”. Caio na rotina e demoro a sair. Habituo-me rapidamente, o que em certas ocasiões é mau, muito mau. Vivo no medo e na insegurança. Sempre rodeada por dúvidas. E a maior delas? Tenta perguntar-me: “Quem és tu?”, nem eu sei (ainda) o que sou, quem sou. Sorrio por tudo e por nada e tenho uma covinha na bochecha do lado... direito? E não me orgulho muito disso. Aparentemente calma e tranquila. Tento estar na minha. Nunca faço o que programo. Tento planear tudo, odeio improvisos (“O melhor improviso é aquele que é treinado muitas vezes” mas, a mim,  falta-me tempo). Ninguém sabe tudo. Não me dou a qualquer um. Adoro sentir-me importante. Tenho a melhor gente do meu lado e sabes porquê? Porque todos têm personalidade desigual, nada de gente normal e ainda porque me ensinaram a temer a solidão. Não vivo no passado, mas vivo por causa do passado, vivo por ele. E quando algo corre mal? Espero e desespero. Não suporto sentir-me observada. Não suporto que me conheçam a 100%. Rejeito, muitas vezes, ofertas apenas por não serem feitas à minha maneira, do meu jeito. Sou o mais egoísta possível, odeio partilhas, odeio a metade, se dizem “É para a Inês. É da Inês.” é porque é meu, e acabou. Gosto de ter tudo por inteiro. E gosto do que é meu. Ponho facilmente pontos de final. Mal colocados? De vez em quando, sim. Mas não volto atrás, o orgulho consome-me antes mesmo de pensar em fazê-lo. Não gosto que me digam que sou complicada ou difícil. Não sou, de todo. E quem me diz isso são apenas pessoas que não estão para procurar conhecer-me melhor. E se assim é, não me dou a conhecer. Basicamente, sou muito mais que isto. Mas por agora chega, depois continuo (ou talvez não).
Para perceberes bem, imagina apenas uma t-shirt amarela (linda), se eu disser que é verde, diz que sim, apenas para eu ficar contente (e sim, a t-shirt continua a ser verde). Feitio (quase)impossível, mas que não vai mudar nunca: INÊS PENA AGUIAR.
                                                                                      Poucas são as vezes em que me mostro como realmente sou