(…) mas agora queria dizer-te que gostava que fosses diferente. Mais direto, mais perfecionista, como eu era. Desejava levar-te a informação de que gostava mais de ti como eras antigamente… mais querido, mais tolerante, mais compreensivo… Perguntas retóricas e filosóficas, para mim, não servem. Diz logo, afirma o que sentes, transmite-me isso numa onda de simplicidade, para complexo já me chega tudo o resto. Não achas que está na hora de me dares alegrias e felicidade?