domingo, 5 de junho de 2011

Saudade? Não, não a sinto. Como é possível?! Desejei que não estivesses lá! Que desaparecesses e que nunca mais voltasses. Doeu-me tanto pensar em voz alta “Eu nem acredito, mas a tua distância tornou-se indiferente… És-me indiferente”. Não, de facto não és. Porque se fosses eu não me importaria com a tua presença. Mas importo. Importo muito. Queria que nunca tivesses vindo. Queria que não fizesses o que fizeste. Estás demasiado diferente para eu te conseguir reconhecer. Tu não és quem eras. Tu não me és nada. Absolutamente nada.
Estou à espera, eu sei o que vai acontecer a seguir. E a resposta é talvez. Ainda não sei perdoar, lamentavelmente.
Arrisca e muda, aí... aí eu mudo contigo.

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