"Dizem que finjo ou minto tudo o que escrevo. Não. eu simplesmente sinto com a imaginação, não uso o coração."
domingo, 12 de dezembro de 2010
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Estava tudo tão calmo, tão sereno. Era mesmo um daqueles dias em que o Sol ficava amarelo explosivo, o verde dos campos brilhava e se tornava difícil aceitar que as coisas tivessem um fim. Era apenas isto. Não podia nem queria evitar: tinha consigo, finalmente, colocar tudo em ordem. Estava extraordinário, inacreditável; estava mesmo bem. Era como se as 15 peças da minha vida estivessem todas perfeitamente unidas; era como se estes pedaços de mim estivessem encaixados e nunca mais ninguém os conseguisse desmanchar. Ilusão minha; a pura e dura ilusão. Começo a não ter vontade de ir e a detestar a ideia de ficar... (...)
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