[De facto não, nunca tentei, vamos ver ao que me leva.]:
Capricórnio (com tanto gosto, pá!). Ambiciono demais: aquilo que sei que não posso nem vou ter. Não sou muito teimosa, sou persistente (é diferente, sim) e só nas coisas que realmente importam. Orgulhosa por não possuir o que pretendo, quem pretendo. Amuo; faço birra (e só atura quem está para isso: gente verdadeiramente paciente, admito) e poucas são as vezes em que dou o braço a torcer (mas sim, cedo de vez em quando, consoante as situações). Só gosto do Verão por estarmos de férias. Prefiro a Primavera, não me enjoo do tempo sempre igual. Odeio roupa de inverno, não tenho. Não sou a pessoa mais querida do mundo, mas também não sou assim tão fria como se pensa. É apenas necessário que se perceba que demoro algum tempo a mostrar-me a gente estranha à minha vida. A forte personalidade… atrai-me, assim como o ser misterioso e diferente. Diferente? Mas quem é que é igual?! Eu sou normal, como muitos: “primeiro estranha-se, depois entranha-se”. Caio na rotina e demoro a sair. Habituo-me rapidamente, o que em certas ocasiões é mau, muito mau. Vivo no medo e na insegurança. Sempre rodeada por dúvidas. E a maior delas? Tenta perguntar-me: “Quem és tu?”, nem eu sei (ainda) o que sou, quem sou. Sorrio por tudo e por nada e tenho uma covinha na bochecha do lado... direito? E não me orgulho muito disso. Aparentemente calma e tranquila. Tento estar na minha. Nunca faço o que programo. Tento planear tudo, odeio improvisos (“O melhor improviso é aquele que é treinado muitas vezes” mas, a mim, falta-me tempo). Ninguém sabe tudo. Não me dou a qualquer um. Adoro sentir-me importante. Tenho a melhor gente do meu lado e sabes porquê? Porque todos têm personalidade desigual, nada de gente normal e ainda porque me ensinaram a temer a solidão. Não vivo no passado, mas vivo por causa do passado, vivo por ele. E quando algo corre mal? Espero e desespero. Não suporto sentir-me observada. Não suporto que me conheçam a 100%. Rejeito, muitas vezes, ofertas apenas por não serem feitas à minha maneira, do meu jeito. Sou o mais egoísta possível, odeio partilhas, odeio a metade, se dizem “É para a Inês. É da Inês.” é porque é meu, e acabou. Gosto de ter tudo por inteiro. E gosto do que é meu. Ponho facilmente pontos de final. Mal colocados? De vez em quando, sim. Mas não volto atrás, o orgulho consome-me antes mesmo de pensar em fazê-lo. Não gosto que me digam que sou complicada ou difícil. Não sou, de todo. E quem me diz isso são apenas pessoas que não estão para procurar conhecer-me melhor. E se assim é, não me dou a conhecer. Basicamente, sou muito mais que isto. Mas por agora chega, depois continuo (ou talvez não).
Capricórnio (com tanto gosto, pá!). Ambiciono demais: aquilo que sei que não posso nem vou ter. Não sou muito teimosa, sou persistente (é diferente, sim) e só nas coisas que realmente importam. Orgulhosa por não possuir o que pretendo, quem pretendo. Amuo; faço birra (e só atura quem está para isso: gente verdadeiramente paciente, admito) e poucas são as vezes em que dou o braço a torcer (mas sim, cedo de vez em quando, consoante as situações). Só gosto do Verão por estarmos de férias. Prefiro a Primavera, não me enjoo do tempo sempre igual. Odeio roupa de inverno, não tenho. Não sou a pessoa mais querida do mundo, mas também não sou assim tão fria como se pensa. É apenas necessário que se perceba que demoro algum tempo a mostrar-me a gente estranha à minha vida. A forte personalidade… atrai-me, assim como o ser misterioso e diferente. Diferente? Mas quem é que é igual?! Eu sou normal, como muitos: “primeiro estranha-se, depois entranha-se”. Caio na rotina e demoro a sair. Habituo-me rapidamente, o que em certas ocasiões é mau, muito mau. Vivo no medo e na insegurança. Sempre rodeada por dúvidas. E a maior delas? Tenta perguntar-me: “Quem és tu?”, nem eu sei (ainda) o que sou, quem sou. Sorrio por tudo e por nada e tenho uma covinha na bochecha do lado... direito? E não me orgulho muito disso. Aparentemente calma e tranquila. Tento estar na minha. Nunca faço o que programo. Tento planear tudo, odeio improvisos (“O melhor improviso é aquele que é treinado muitas vezes” mas, a mim, falta-me tempo). Ninguém sabe tudo. Não me dou a qualquer um. Adoro sentir-me importante. Tenho a melhor gente do meu lado e sabes porquê? Porque todos têm personalidade desigual, nada de gente normal e ainda porque me ensinaram a temer a solidão. Não vivo no passado, mas vivo por causa do passado, vivo por ele. E quando algo corre mal? Espero e desespero. Não suporto sentir-me observada. Não suporto que me conheçam a 100%. Rejeito, muitas vezes, ofertas apenas por não serem feitas à minha maneira, do meu jeito. Sou o mais egoísta possível, odeio partilhas, odeio a metade, se dizem “É para a Inês. É da Inês.” é porque é meu, e acabou. Gosto de ter tudo por inteiro. E gosto do que é meu. Ponho facilmente pontos de final. Mal colocados? De vez em quando, sim. Mas não volto atrás, o orgulho consome-me antes mesmo de pensar em fazê-lo. Não gosto que me digam que sou complicada ou difícil. Não sou, de todo. E quem me diz isso são apenas pessoas que não estão para procurar conhecer-me melhor. E se assim é, não me dou a conhecer. Basicamente, sou muito mais que isto. Mas por agora chega, depois continuo (ou talvez não).
Para perceberes bem, imagina apenas uma t-shirt amarela (linda), se eu disser que é verde, diz que sim, apenas para eu ficar contente (e sim, a t-shirt continua a ser verde). Feitio (quase)impossível, mas que não vai mudar nunca: INÊS PENA AGUIAR.
a t-shirt é amarela e acabou!
ResponderEliminar(e no verão quero-a de volta)