-Lembraste quando te perguntei o que aconteceria se aquilo acabasse?
-Lembro.
-Respondeste…
-…que ia sentir saudades, sim.
-Sentes?
-A seguir disseste que não sentia isso.
-Não respondeste à minha pergunta.
-Tu também não respondeste à pergunta que te fiz.
-Não tem nada a ver…
-Exato, já não tem nada a ver.
-Estás distante…
-Esqueceste-te de me ensinar a esperar.
(…)
-Tu estás mesmo a desesperar, não estás?
-Estou.
-Se estiveres igual, digo que não vais desistir…
- Não estou.
-Eu conheço-te...
-Conhecias.
Estranhos? Totalmente.
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